Sem dúvida uma grande surpresa. Uma série simples, consistente, sem chorôrô e mimimi típicos dessas produções atuais. E nada tem a ver com a obra de Machado de Assis.
Um médico, um bon vivant, a primeira mulher policial dos EUA e uma dupla de policiais/investigadores judeus se incubem de descobrir quem é um assassino em série de adolescentes travestis e prostitutos da cidade. Com um apoio velado do comissário de polícia, o futuro presidente do país Theodore Roosevelt, eles começam as investigações dando início a coisas que hoje conhecemos como forenses. Recheado de personagens históricos(além do comissário de polícia já citado, também aparece JP Morgan), a história consegue manter uma coerência e um ritmo bons do início ao fim.
Sem dúvida vale a pena acompanhar. Não é uma série produzida pela Netflix, talvez por isso seja boa.
Avaliação: 3 latinhas.
Um médico, um bon vivant, a primeira mulher policial dos EUA e uma dupla de policiais/investigadores judeus se incubem de descobrir quem é um assassino em série de adolescentes travestis e prostitutos da cidade. Com um apoio velado do comissário de polícia, o futuro presidente do país Theodore Roosevelt, eles começam as investigações dando início a coisas que hoje conhecemos como forenses. Recheado de personagens históricos(além do comissário de polícia já citado, também aparece JP Morgan), a história consegue manter uma coerência e um ritmo bons do início ao fim.
Sem dúvida vale a pena acompanhar. Não é uma série produzida pela Netflix, talvez por isso seja boa.
Avaliação: 3 latinhas.

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